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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

How To Love

Capitulo  


           Eu estava muito nervosa, me sentei na pequena poltrona que tinha ali, minhas pernas começaram a ficar bambas. Eu não conseguirá ficar sentada ali, me levantei e comecei a andar de um lado pro outro. Quando tive a brilhante idéia de ir encostar meu ouvidinho na porta, 10 minutos se passaram e nada que realmente me importasse eles falariam. Eu estava já pensando em sair dali e esperar sentada, quando o medico falou algumas palavras que mais me chamaram minha atenção.

Dias
Contados
Morte
Doença
Situação
Extremamente
Grave.

            Prendi minha respiração, minha ficha ainda não caiu, soltei um suspiro, e a ficha foi caindo aos poucos, quando escutei a voz falha de Guilherme interrogar o médico.

-Ela está com uma doença na cabeça, e essa doença não é muito conhecida, ela tem os dias contados, doutor, por favor, não brinque comigo, esse tipo de brincadeira não é de se fazer, ela é minha irmã, isso é mentira não é?
-Desculpe Vinicius, não a nada que se possa fazer... mas desse ano ela não passa. Sua doença já esta afetando um lado sensível do cérebro e não da pra fazer mais nada, e o que tudo indica é que essa doença já esta localizada lá já faz um bom tempo, se vocês tivessem vindo uns meses antes ate daria pra fazer algo.

A
Ficha
Caiu

            Meus olhos já estavam marejados, minha pele toda arrepiada, fechei meus olhos com calma e senti as lagrimas caírem queimando minhas bochechas, senti a maçaneta girar debaixo da minha mão, a porta se abriu e eu dei de cara com o médico e Vinicius sem expressão alguma.
            Eu não sabia o que fazer, estavam todos me olhando, eu estava chorando, meus dias estão sendo contados, e não tenha nada que eu possa fazer contra isso, meus sonhos estão sendo destruídos, que vida chata que eu levei até agora, eu não posso fazer nada, eu joguei pedra na cruz? Porque Deus esta fazendo isso comigo?

Flashback on.

‘’-Você é um monte de lixo nunca Austin vai querer comer você. –Henrrique.
-SUMA DAQUI, VOCÊ É UMA VAGABUNDA VOCÊ NÃO PRESTA PRA NADA, SÓ SERVE PRA COMER.. –Pai
-Eu amo você, você não tem nada filha, pode ficar tranqüila- mae’’

Flashback of.

            Eu não fiz nada, durante minha vida inteira, tudo que aconteceu era as pessoas me julgando, eu tenho 16 anos, e nesses 16 anos não aconteceu nada, nada, nada. E agora isso, minha vida esta acabada, não tem nada que eu possa fazer, não a nada a não ser sofrer até o dia de minha morte...

            Eu não conseguirá fazer nada, a não ser sair correndo chorando a porta fora daquele hospital, eu sai correndo que nem louco, eu não conseguia enxergar nada devido as lagrimas em meus olhos.
            Eu já tinha corrido bastante, minhas pernas não agüentavam mais, me sentei em uma pracinha que tinha ali e chorei mais ainda. Eu estava encostada no tronco de uma arvore e comecei a sentir as teimosas dores que insistiam em vir.
            Um menino se aproximará de mim, não tinha mais motivos pra chorar, era sempre o que eu quis, morrer! Eu vivia reclamando que eu não tinha motivos pra viver, então pra quem essas inúteis lagrimas? Eu não tenho nada a perder nessa porcaria de vida. Limpei minhas lagrimas e o menino continuou se aproximando, quando aproximado sentou-se ao meu lado na grama verde.

-Oi, o que aconteceu com você? – o mesmo menino do hospital de supras peguntou.
-Nada de mais... eu estou com os meus dias contados. –dei de ombros- Só esperar a morte chegar, eu estou tranqüila agora, eu nem sei porque eu estava chorando, eu não tenho nada a perder...

            O menino me olhava sem reação, ele não sabia o que fazer nem o que falar, ficamos uns 2 minutos ali nos olhando.

-Não fique assim, ta tudo bem! –dei um sorriso amarelo jogando uma pedrinha longe.- você ira me julgar me chamando de feia e gorda? Pode chamar... eu já estou acostumada minha vida não valeu a pena em 16 anos... não vai ser agora que ela ira valer...
-Você não é feia, muito menos gorda... quem é o idiota que fala isso pra você? –ele falou algo depois do seu longo silencio.
-Meu pai, meu colega. –falei fria.
-Eles são uns mentirosos, quantos anos você tem?
- 16... eu acabei de falar que minha vida não valeu a pena em 16 anos, não percebeu? –falei grossa.- Qual seu nome?
-Aé, eu me chama Justin, prazer, e você se chama como?

            Justin on


A garota que eu avistei quando cheguei ao hospital saiu aos prantos correndo para fora do hospital todos ficaram olhando aquela cena um tanto dramática, eu sentia que eu teria que ajudar aquela menina, o cara que acompanhava ela não fez nada, nem sair atrás dela ele saiu, eu sai do hospital e a segui sem que ela percebesse, encontrei ela sentada na grama de uma praça encostada em uma arvore.

-me chamo Steph, quantos anos você tem? –ela disse.
-Eu tenho 19. –sorri-
-Que legal. –ela forçou um sorriso.
-E você...? quantos anos você tem?
-tenho 18...
-Que tal você voltar pra casa agora? Eu te levo...
-não acho uma boa idéia... não sei como olharei pra cara da minha mãe, ela não sabe que eu e meu irmão fomos ao medico ver isso...
-Posso te dar um conselho?
-Claro.
-Não siga meu conselho... mas eu iria pra casa e fingiria que nada tinha acontecido...
-Ta, eu vou pra casa... até...até... até algum dia que a gente se esbarrar na rua eu acho. –ela disse com um olhar confuso.
-Eu te levo em casa, vem...

            Eu estava indo na sua frente e ela ia atrás de mim, destravei o carro, ela entrou e sentou no banco do passageiro eu me acomodei no banco de motorista, dei a partida no carro, e logo o celular dela tocou.

-Eu estou indo pra casa....nao Vinicius... MINHA MAE JÁ SABIA? –ela berrou- COMO ELA SABIA E NÃO ME CONTOU NADA, PORQUE ELA FEZ TUDO ISSO COMIGO? –ela disse nervosa chorando- tchau. –ela disse fraca-.

            Eu não sei como reagir em um momento que nem esse, ela colocou o celular dentro de sua bolsa, olhou pra janela ainda com as lagrimas caindo em seu rosto, eu parei o carro em uma vaga que tinha ali na rua. Ela me olhou assustada como se eu fosse fazer alguma coisa com ela, eu não sabia o que fazer minhas mãos foram para suas bochechas limpando as lagrimas que escapavam.

-Tudo vai ficar bem. –sussurrei pra ela-.

            Ela não disse nada apenas assentiu com a cabeça, e colocou uma mecha de seu cabelo que cobria o rosto atrás da orelha. Algumas lagrimas ainda caiam então ela passara seus dedos em seu rosto as limpando.

-Acho que você não sabe aonde é minha casa. –ela disse fungando.
-é...pois é... Aonde é sua casa?
-Eu não gostaria de ir pra minha casa agora... você pode me deixar aqui, eu preciso ficar um pouco sozinha, e lá em casa eu não tenho essa liberdade.
            Era uma escolha dela, eu sou um estranho pra ela, então tudo bem, ela quer assim... destravei a tranca das portas, ela abriu a porta e saiu, eu a olhei em quanto ela sumia em uma direção reta.

           
[...]

            Já estava perambulando com meu carro a mais de 54 minutos com a minha mãe, eu estava seguindo a menina do hospital juntamente com minha mãe, eu parei o carro em um lugar, eu e minha mãe ficamos olhando para onde ela ira.
            Tudo o que tinha naquele lugar, era uma festa, uma festa na rua, bastantes jovens bebendo, muitas garotas dançando praticamente seminuas, garrafas de uísque quebradas no chão, carros com musicas altas. E tudo mais, minha mãe e eu ficamos ainda parados ali dentro do carro sem movimentar algum músculo.


  Steph on.

            Eu estava caminhando pela cidade sem destino, parecia que alguém estava me seguindo, porem não tinha ninguém ou algo atrás de mim, não que eu visse, avistei uma pequena festa, já era noite, tinha bastantes jovens bebendo e tudo mais, musica alta e etc... resolvi entrar nisso, talvez assim eu esqueceria tudo o que tinha acontecido hoje.
            Logo que eu pisei naquele local, apareceu três garotos, os três bastantes sarados, eles chamara a atenção de qualquer. Um segurava uma garrafa de vodca e outro dois copos nas mãos, o mesmo esticou um copo para mim e eu aceitei, o que segurava a bebida, colocou um pouco em meu copo que já havia algo dentro daquele copo.

-Tome quando eu falar já, não pode deixar nada no copo. –o menino moreno falou.
-Ok... –assenti.
-Já.

            Virei aquele copo com tudo, e aquele liquido desceu queimando minha garganta, tranquei a respiração pra ver se adiantava eu não sentir aquele gosto amargo em minha boca, parecia que aquela bebida nunca teria fim. Depois de mais de 6 goles eu acabei com ela.
            Tirei o copo da boca, e os meninos me olhavam espantados, eu fiquei olhando pra eles e enxergava dois de cada, as coisas pareciam mais melhores e relaxantes.

-Tem um cigarrinho ai? –perguntei para um homem que passará fumando seu baseado.

            O cara assentiu, tirou um de seu bolso logo em seguida ela grudou seu cigarro com a ponta do meu, logo o mesmo acendeu eu peguei da mão dele e o cara saiu andando.
            Bem... seria a primeira vez que eu faria isso, segurei o cigarro da forma correta, da forma que se segura um cigarro de maconha. E logo levei a boca. Os mesmos meninos que me ofereceram a bebida permaneciam calados e parados em minha frente.

-Porque estão me olhando? –perguntei soltando aquela fumaça fedorenta.
-Eu....bem...na hora de falar tome no já, eu estava brincando.
-Tudo bem... coloca mais ai? –estiquei o copo o mesmo colocou a bebida ali.
            Sai de perto deles e fui para o local de mais folia, comecei a dançar que nem uma louca, eu estava sentindo prazer naquilo, meus problemas? Eu já esqueci deles... até agora o que minha mãe disse ‘’a gente tem que enfrentar os problemas com a cara limpa não precisamos disso, quando te oferecerem algo... negue!’’ bem... aquilo eu já tinha esquecido na hora... mas agora já foi.

            Senti alguém puxar meu braço me arrastando pra fora daquele local, logo senti a pessoa me tocar com agressão pra dentro do carro, avistei uma mulher bonita ao banco da frente e logo o cara que me puxou entrou no carro batendo a porta com força.





[...] CONTINUA

OOOOOOOOOOOOOOE, FICOU PEQUENO NÉ HAHA EU SEI, SÓ TINHA ISSO NO MEU PC, BYE BYE, E CARALHO QUEM LE ESSA PORCARIA FAVOR COMENTAR. TCHAU!






quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

How To Love

Capitulo 1!


                                          

                                                    


                                  Steph on.

Era mais um dia como os outros, indo pro mesmo inferno, ouvindo meu pai reclamar o caminho inteiro da escola, me julgando, e eu ainda continuará me chamando de o mesmo lixo de antes, um pouco mais poluído. Seu carro parou a frente da minha escola, e eu desci sem nem me despedir, era sempre assim todo o caminho e eu falava nem um ‘’piu’’, entrei na escola e dei de cara com Henrique. Ele travou meu caminho para a sala de aula, falando suas pequenas palavras sujas e dolorosas pra mim.

-Austin nunca irá querer conhecer uma menina feia e gorda que nem você, ele nunca irá querer comer um lixo que nem você. –ele falava friamente na minha cara.

-Já acabou de falar? O senhor deixa eu entrar na sala de aula? –falei acalmando meu coração pra não dar uma voadora na cara daquele moleque.

            Ele assentiu e eu passei entrando na sala o professor já tinha chegado, eu tinha chegado atrasada na escola, puxei meu caderno de dentro da bolsa e comecei a copiar, eu teria dois períodos de física, 50 minutos tinham se passado, minhas mãos começaram a ficar tremulas e eu não conseguirá escrever coisas alguma, comecei a sentir as mesmas pontadas de alguns dias atrás.

Flashback on.

-Mãe meu cérebro ta doendo, eu to sentindo umas pontadas na cabeça. –falei me contorcendo de dor.
-Minha filha, cérebro não dói... esta tudo bem com você, a gente já fez exames, e ta tudo certo com você... fique tranqüila.

Flashback of.


            Levantei um pouco cambaleando da minha classe e perguntei ao professor se era possível eu sair da sala, porque eu não estava agüentando, ele deu-me permissão e eu fui para a secretaria pedi que ligassem para minha mãe, a secretaria ligou ela passou o telefone pra mim e eu atendi.

-Mae, da pra senhora me buscar da escola? Eu estou passando mal, ta vindo aquela dor de novo...
-Ah... minha filha, não é nada.
-Mae por favor! Tenha um pouco de consideração comigo?  Eu to passando mal e nem com isso você se importa? Estou te esperando aqui, e já agende o medico...
-mas...
-Mas nada Angel! Da pra ir logo?
-Estou indo! Tchau.
            Subi para minha sala de aula guardei meu material na bolsa avisei ao professor que iria sair, toquei a maçaneta da porta e ouvirá Henrique e seu grupo debocharem de mim.
            Chega, caramba! Eu to cansada desse moleque me apelidando e falando mal de mim, chega de ser infeliz por causa desse idiota, de ter apelidos de ‘’terremoto’’ de ser a excluida por causa desse monte de merda. Me virei, fui até ele com postura, os olhares da sala todos correram pra mim, tirei minha bolsa do ombro e bati minha bolsa com tudo sobre sua cabeça, ele puxou meus cabelos, nessa hora eu já chorava, era dor, dor dele me xingando, eu já estava cansada de ser julgada por esse moleque, dei um chute em qualquer parte de seu corpo e sai daquela sala de aula aos prantos.

[...]


            Estava em casa, deitada na cama chorando, pois a irresponsável da minha mãe não tinha marcado o médico pra mim. Bateram na porta do meu quarto e eu não falei nada, prendi minha respiração, querendo que toda aquela dor que insistia me encher fosse embora da minha cabeça, e que tudo isso que anda acontecendo fosse um misero pesadelo.
            Fechei meus olhos, coloquei o travesseiro em cima da minha cabeça, e por um buraquinho vi que a porta foi aberta.

-Filha! –era minha mãe.
- o que você quer? –falei ainda na mesma posição.
-O que esta acontecendo com você?
-Tudo. Eu quero morrer, da pra você sair do meu quarto por gentileza?
- Não, a sua dor passou?
- Se você realmente se importasse você teria me levado ao médico...
-Minha filha você não tem nada...
- SAI DAQUI, ME DEIXE SOZINHA, PELO AMOR DE DEUS! –gritei fazendo ela se assustar, ela não sabia reagir diante daquilo ela apenas assentiu e saiu do quarto de fininho.


            Porque ninguém me entende? Porque nunca eles tem consideração? Porque comigo e não com outra pessoa? Porque me julgam? O que eu fiz de errado? Porque só acontece as coisas comigo?

‘’-Porque sempre depois da chuva sempre vem o sol’’


3 meses se passaram...

 3 meses se passaram, e tudo o que eu poderia falar, é que minha vida continuou piorando, as mesmas piadinhas de Henrique, os mesmos julgamentos de meu pai, as mesmas fortes mais fortes dores de cabeça, as mesmas pessoas me atormentando, o que mudou foi que eu fui suspensa da escola, devido uma briga com Henrique o ser mal comido disse as segundas palavras em uma conversa com a diretora.

-Porque esse ódio todo pela sua colega? –a diretora interrogou.
-Porque ela é feia, ela acha que um dia Austin a notara, suas notas são ruins, ela é horrível ela é excluída, e eu sinto ódio por essa garota, ela é gorda, só fica na dela, nunca vai nas festas, ela é a mais burra da classe, ninguém gosta dela, uma vez eu mandei ela abrir a janela pra mim e ela negou então eu fui até ela e tentei jogar a sua classe nela, mas não consegui. –ele cuspia aquelas malditas palavras com ódio, e eu apenas chorava em quanto toda a turma ria diante daquela situação que a diretora me colocou.

-HENRIQUE! Você não pode odiar sua colega por causa disso, você é um infantil sabia? Você é um escroto? Você não tem espelho não? Olhe no espelho esses olhos esbodegados que você tem, esses olhos horríveis saltados, VOCÊ É UM NADA PERTO DE STEPH, ouviu um nada? Você é um idiota, você é feio, e se ela é feia e gorda você é o que? UMA CRUZAADA DE NAJA COM SATANAS OUVIU BEM? Eu to cansada de ouvir você reclamar da Steph sem a garota ter feito nada, eu nunca falei com ela na vida apesar dela ser minha colegas, mas Po, cara você nem SABE O QUE ELA PASSA EM CASA, VOCÊ NÃO SABE DE NADA DA VIDA DA GAROTA, E FICA A JULGANDO, QUERIDO VAI VER SEUS DEFEITOS, VOCÊ ACHA QUE É O REI DA COCADAPRETA, para de julgar a menina seu monte de merda! – Melissa falou me defendendo, eu nunca tinha falado com ela antes.

-obrigada, por me defender!

            Depois daquilo a diretora decidiu ser injusta comigo e me suspendeu, e deixou o ridículo lá.

            Agora eu estava em casa mexendo no celular deitada na cama escutando musica nos fones, ‘’somebody remixed my medicine’’. Tudo estava parecendo esta tranqüilo se não fosse o diabo do meu pai entrar no meu quarto reclamando que nem louco, não ousei de tirar meus fones, porem deu pra escutar ele berrar comigo.

-COLOCA ESSES FONES NO OUVIDO E NÃO QUER SABER MAIS DE NADA NÉ? SÓ PRESTA PRA COMER E MEXER NO COMPUTADOR, NÃO PRESTA PRA NADA! NEM PRA AJUDAR A TUA MAE NAS COISAS, NÃO PRESTA! É UMA VAGABUNDA.

-Chega! Me deixa em paz por favor, eu não fiz nada dessa vez, o que você quer? –falei prendendo o choro.
-EU QUERO QUE VOCÊ SUMA DAQUI, VOCÊ NÃO PRESTA PRA NADA!
-CALA A BOCA! sai daqui!

            Ele levantou e sua mão, fechei os olhos pedindo a deus que ele não fizesse nada, porém tudo que eu senti, foi o impacto de sua mão batendo forte na minha cabeça, fazendo com que eu me atirasse sobre o travesseiro e chorasse, logo depois senti minhas costas queimarem de dor sobre o tapa com o chinelo que ele deu um mim, e mais um soco com um chute sobre minhas cochas. Depois de tudo aquilo ele saiu do meu quarto sem falar nada.

            Depois daquilo eu acabei pegando no sono depois de tanto chorar.

[...]
            Acordei sentindo alguém fazendo carinho em meu rosto, fui abrindo meus olhos lentamente e dei de cara com meu irmão mais velho. Ele sorria pra mim, e eu estava sem entender. Porque ele tinha ido morar em NY com seu pai, bem o nome dele é Vinicius, ele é meu irmão por parte de mãe e só, seu pai é um empresário bem sucedido. Ele tem 23 anos.

- O que você faz aqui? –perguntei assustada.
-Vim te ver, algo me avisava que você precisaria de mim... e eu estava certo, andei conversando com mamãe e ela acabou de me contar o que aconteceu....a... uns...40 minutos atrás.
-eu dormi só 40 minutos? –falei me sentando na cama.
-Sim, você quer dar uma volta?
- pode ser pelo hospital?
-Hã? Como assim? Eu ia falar pra tomar um sorvete. O que você tem?
-Vini, você é minha única salvação me leve ao médico, eu estou passando mal.
- o que você tem Steph? Eu perguntei pra minha mãe e ela disse que você tinha dores muito forte de cabeça porem ela disse que não é nada grave.
-por favor Vinicius?
-Ta bom... vamos, veste uma roupa descente.
-Só não comente com a mãe. Sacas?
-Sim, to te esperando lá em baixo...

[...]

            Estava na sala de espera do hospital com meu irmão, eu já tinha contado toda a historia que tinha acontecido, e tudo mais. Ouvimos o doutor chamar meu nome com um sorriso e nos dirigimos ao consultório dele.

-bem, você deve ser Steph, certo? –ele perguntou sorrindo.
-Sou sim... –falei me sentando a uma cadeira e logo ele sentou-se ao seu lugar.
-Então Steph, o que anda acontecendo com você?
-assim... eu ando sentindo varias dores de cabeça muito forte, mas tipo não é dor de cabeça, é dor de cérebro. –eu falei isso e ele caiu na gargalhada- Será que dá pro senhor levar seu trabalho mais a sério e me respeitar? –ele assentiu ofendido e eu continuei- Então são tipo umas pontadas fortes no cérebro e logo revira meu estomago e eu me contorço de dor e fico tonta...
-Olha me desculpe ter rido, mas é que você disse dores no cérebro e isso não existe, porem depois a senhorita disse pontadas, você sabe que pode ser algo sério, não é? –assenti nervosa e ele continuou- Eu não sei o que você tem, então teremos que fazer alguns exames com você, e como isso é um caso meio difícil de tender... ele demorara pra ficar pronto.
-Quantos dias? –Vinicius perguntou.
-No Maximo....
-Eu pago o que o senhor quiser pra ter esse exame em 14 horas. –Vinicius falou nervoso
-Não preciso de dinheiro meu caro... mas se voce quiser eu posso obter o resultado mais rápido só pelo fato de você ser filho do Scooter Braun.
-Quando ela faz os exames?
-Ela começa agora...


[...]

            Era outro dia, eu esperava impaciente o resultado dos exames, uma hora se passará e nada de meu nome ser chamado.
            Avistei um garoto, de cabelo loiro escuro, com uma calça pela metade, praticamente aparecendo sua bunda, ela tinha um par de supras roxo nos pés, e um moletom cinza, o garoto chamará a atenção de qualquer olhar, ao lado uma moça bonita também por sinal, ela tinha cabelos castanhos, olhos verdes e um sorriso aos lábios. Ela estará com uma jaqueta de couro preta e uma bota de couro também preta, com uma calça jeans ajustada ao corpo.
            O médico chamou o nome de meu irmão, Vinicius se levantou da poltrona e eu me levantei o seguindo eu irá entrar na parta e o médico me parou.

-O assunto é com seu irmão senhorita! Espere um pouco ali na poltrona. –ele disse e eu assenti.


            Eu estava muito nervosa, me sentei na pequena poltrona que tinha ali, minhas pernas começaram a ficar bambas. Eu não conseguirá ficar sentada ali, me levantei e comecei a andar de um lado pro outro. Quando tive a brilhante idéia de ir encostar meu ouvidinho na porta, 10 minutos se passaram e nada que realmente me importasse eles falariam. Eu estava já pensando em sair dali e esperar sentada, quando o medico falou algumas palavras que mais me chamaram minha atenção.

Dias
Contados
Morte
Doença
Situação
Extremamente
Grave.

[...] continua.


Então gente, ta ai esse capitulo, e eu posto assim que eu conseguir entrar no computador, me ajudem a divulgar ela? e comentem pelo amor de Deus, eu prometo nao abandonar ela no meio, é isso, tchau \BiebsBright

How To Love - Sinopse


  Steph, uma garota sonhadora, julgada por todos, principalmente por seu pai, não manda bem nos estudos, não deixa de sorrir, sente fortes dores. A vida da garota esta indo de pior a horrível, tudo vai parecer estar perdido, tudo vai parecer ser o fim de tudo, fim da existência, mas mal ela sabe que as coisas recém estão começando.

Justin Bieber, um pré homem, batalha por aquilo que ele quer, sempre ajuda os outros como pode, estuda no ultimo ano da escola, ele é descolado e popular da em cima de qualquer uma. Ele ira conhecer alguém que poderá mudar sua vida, porém ele terá os dias contados para viver com essa pessoa...

           

            Essa sinopse não ta boa, nem sei se isso pode ser chamada de sinopse, mas é que tipo é pra ser surpresa a historia, ela é tocante, e não tem um final feliz...

‘’Quando ela era uma garota, ela tinha expectativas do mundo, mas este escapou de seu alcance então ela fugiu para seu sono, ela sonhava com o paraíso toda vez que fechava seus olhos, e ela capturou as balas com seus dentes, a vida continua e fica tão pesada, o esforço é em vão, cada lagrima uma cachoeira, na noite da tempestade ela fechará seus olhos, para longe ela voaria, e então de baixo daqueles céus tempestuosos ela dizia ‘’oh, oh ooh, eu sei que o sol deve se por para levantar’’, isso poderia ser o paraiso’’


....

  Assim... essa vai ser a melhor fic desse site, rsrsrs até mais... xoxo \BiebsBright